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3.

Arteterapia

Surgindo na Inglaterra e nos Estados Unidos após a devastação da Segunda Guerra Mundial, as comunidades artísticas e psicoanalíticas se uniram em prol da investigação dos benefícios da arte para o tratamento de pessoas portadoras de transtornos mentais e traumas. As arteterapia podem distinguir-se em:

  • Arte como terapia: aonde a arte opera como processo criador e, por fim, terapêutico em si, no qual o terapeuta atua como facilitador da expressão criativa a fim da promoção do bem-estar biopsicossocial e crescimento pessoal.

  • Arte em terapia: em que as criações artísticas funcionam como facilitador para a expressão verbal, tomada de consciência e da construção de vínculo entre o mundo interno e externo existindo enquadres psicoterapêuticos específicos.

 

De acordo com a Federación Española de Asociaciones e Arteterapia (FEAPA), a arteterapia é o processo de criação que, utilizando a linguagem artística, se aprofunda no processo psicoterapêutico através de uma relação terapêutica, cujo objetivo é a formação pessoal e social, o desenvolvimento expressivo e criativo, a elaboração e a mudança da posição subjetiva.

De forma semelhante pensa a União Brasileira de Associações de Arteterapia (UBAAT), segundo tal Instituição, a arteterapia se caracteriza como o uso da arte como base para o processo terapêutico.

Embora atualmente existam diversas Instituições e definições, a interligação está no uso da expressão artística, do processo criativo e da criatividade como ferramenta do processo terapêutico a fim da promoção de bem-estar biopsicossocial.

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